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Vaginóides!

A vagina, o útero, as trompas de Falópio e os ovários estão cobertos com receptores de endocanabinóides, estes receptores se encaixam perfeitamente com as canabinóides que produz o teu corpo (endocanabinóides) e os fitocanabinóides, que se encontram em plantas como o cânhamo, cannabis, equinácea, cacau, alecrim e trufas pretas. karayashen

Este sistema é literalmente uma ponte entre corpo e mente, pois os endocanabinóides participam da regulamentação de muitos processos fisiológicos e cognitivos, incluindo fertilidade, apetite, humor e memória.

Os seres humanos têm um sistema endocanabinóide com receptores no cérebro, órgãos tecidos conectivos, glândulas e células imunes. O sistema endocanabinóide foi descoberto no início de 1900 e recebe o nome da planta que levou à sua descoberta. Os receptores endocanabinóides concordam especificamente com os canabinóides na planta. Beatriz Gomes – Unebrasil

Os endocanabinoides e seus receptores se encontram espalhados por todo o corpo, em membranas celulares do cérebro, órgãos, tecidos conjuntivos, glândulas e células do sistema imunológico. Em cada parte do organismo o sistema endocanabinoide executa tarefas diferentes. No entanto, o propósito é sempre o mesmo: a estabilização do ambiente interno independente das variações externas, ou homeostase.

Os receptores endocanabinoides interagem com as vias complexas da dor. Dois tipos de receptores canabinoides são de particular interesse: receptores canabinoides 1 (CB1) e canabinoides 2 (CB2). Os receptores CB1 são altamente expressos nos tecidos do útero e outros órgãos não reprodutivos. Já os receptores CB2 são encontrados em vários tecidos, incluindo pulmão, intestino, pâncreas, pele e também do útero. Além de modular a dor, esse sistema tem papéis importantes na redução de inflamações e na promoção de um bom funcionamento do organismo como um todo. Girls in Green

O sistema endocanabinóide regula coisas como inflamação, dor, tensão muscular, humor, sono, estresse e muito mais e textos médicos da década de 80 descrevem diferentes medicamentos de Cannabis eficazes para: utilizações afrodisíacas, cólicas menstruais, Menopausa, endometriose, pós-parto.

Datado de pelo menos 1500 a.C., uma passagem de texto do médico egípcio, Ebers Papyrus, descreve a maconha como um remédio contra as dores do parto. Além disso, historiadores contam que mulheres da elite romana (cerca de 600 a.C. a 500 d.C.) também usavam cannabis com o mesmo objetivo.

Por muitos anos e através de muitas culturas, os remédios derivados da Cannabis eram os mais receitados pelos médicos, especialmente para aliviar as doenças ginecológicas como as dores de menstruação. Os primeiros registros escritos das utilizações ginecológicas da Cannabis remontam a cerca de 4000 anos até a antiga Mesopotâmia e Egito, devido à eficácia da cannabis, o seu uso ginecológico espalhou-se pela Ásia e pela África, chegando na Europa na Idade Média e mais tarde as Américas.

Textos médicos da década de 1800 descrevem diferentes medicamentos de Cannabis eficazes para: utilizações afrodisíacas, cólicas menstruais dolorosas, hemorragia abundante, micção dolorosa, síndrome pré-menstrual, dor durante o sexo, menopausa, gonorreia, hemorragia pós-parto difícil.

Uma razão pela qual a comunidade científica tem se interessado pela cannabis para tratar endometriose é a recente descoberta de que o sistema endocanabinoide do nosso corpo é essencial para o funcionamento saudável do trato reprodutivo. Dr. Cannabis

Desequilíbrios no sistema endocanabinoide estão frequentemente associados a complicações e doenças reprodutivas – incluindo a endometriose. A pesquisa indica que o uso dos canabinoides com acompanhamento médico pode fazer uma enorme diferença na saúde do sistema reprodutivo e consequentemente no bem-estar da mulher.

O THC é capaz de desativar os nervos nas células endometriais por meio de receptores endocanabinoides. O CBD também possui propriedades que dessensibilizam o receptor de dor TRPV1. Além disso, o CBD tem a capacidade de combater a inflamação, o que leva a menos nervos irritados e, portanto, menos dor.

Atualmente é vendido óleo lubrificante á base de cannabis, por pessoas que fazem artesanalmente, mas você também pode fazer em casa, se tiver uma boa planta confiável e limpa, basta diluir em óleo de coco no fogo, em banho maria, sem que ela frite e alcance altas temperaturas.

Os lubrificantes canábicos servem para muito além do ato sexual. Eles ajudam a estimular o fluxo sanguíneo, além de refrescar e ajudar a manter o equilíbrio da sua flora vaginal. Aqui, a gente te ensina a fazer um com uma receitinha bem simples!

Publicado por Edson Jesus

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