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Usuário de maconha tem menor propensão a diabetes?!?

Diabetes é o termo para um grupo de distúrbios metabólicos relacionados caracterizados por níveis prolongados de glicose no sangue. A diabetes afeta quase 400 milhões de pessoas em todo mundo, resultando em até cinco milhões de mortes por ano – e sua prevalência está subindo. Evidências substanciais indicam que a cannabis pode prevenir e tratar a doença. Cultivando Sustento

Estudo publicado no “The American Journal of Medicine” indica que o usuário regular de maconha tem menor risco de desenvolver diabetes que os pacientes que não usam a droga. Segundo a pesquisa, a substância provoca menor nível de insulina em jejum em comparação ao de pessoas que nunca fumaram. No estudo, foram analisados dados obtidos durante o National Health and Nutrition Survey, entre 2005 e 2010, de 4,6 mil pacientes que completaram um questionário sobre uso de drogas. Destes, 579 eram usuários de maconha, 1,9 mil já tinham usado a droga no passado e 2,1 mil nunca tinham usado a droga. Os usuários de maconha apresentaram níveis 16% menores de insulina em jejum em comparação aos pacientes que nunca tinha usado a droga na vida. Para o professor do Arizona College of Medicine, Joseph Alpert, os dados se apoiam em outras pesquisas com resultados semelhantes, como as taxas de obesidade mais baixas e o menor índice de massa corporal (IMC) nos usuários da droga, outro fator associado ao risco de diabetes. Bahia Notícias

Em 2012, um estudo publicado no British Medical Journal descobriu que adultos que tinham histórico de uso de cannabis tinham uma prevalência menor quando se tratava de diabetes tipo 2. Eles também apresentaram um risco reduzido de contrair cannabis em comparação com pessoas que não tinham histórico de consumo de maconha. Terry HaciendaWeederia

Os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, analisaram a ligação entre o uso de cannabis e diabetes mellitus (DM) para adultos de 20 a 59 anos em uma amostra de 10.986 adultos. Eles se agruparam em não usuários de cannabis, que representavam 61% da população; usuários pesados: aqueles que consumiram mais de 5 vezes em um mês, usuários leves: que consumiram de 1 a 4 vezes em um mês, usuários anteriores de cannabis, que compunham 30% da população, e usuários atuais de cannabis.

Antes dos resultados serem divulgados, os pesquisadores já levantaram a hipótese de que o diabetes tipo 2 seria menos prevalente em consumidores de cannabis, já que a cannabis contém muitos canabinóides que são anti-inflamatórios e imunomoduladores.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), as chances de mulheres que possuem diabetes terem doenças cardíacas são quatro vezes maiores do que os homens nas mesmas condições. Além disso, outros distúrbios relacionados com a patologia como depressão, doença renal e cegueira, são mais suscetíveis ao gênero feminino. Sechat

Conduzida por alunos de pós-graduação da Universidade A&M do Texas, nos EUA, a nova pesquisa analisou dados retirados do Banco Nacional de Exames de Saúde e Nutrição entre os anos de 2013 a 2018, onde 15 mil participantes foram avaliados. 

A publicação, feita na revista Cannabis and Cannabinoid Research, observou o uso de cannabis com base na frequência e na exposição de cada participante, sendo a maioria deles, mulheres com mais de 40 anos. 

Entretanto, um novo estudo revela que mulheres que fazem uso de cannabis em grandes quantidades, podem diminuir os riscos de desenvolver diabetes.

Diversos estudos já demonstraram que a cannabis pode ser eficaz contra a diabetes, principalmente a do tipo 2 (que o corpo não produz ou cria resistência contra insulina). Um exemplo disso, foi um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em que, 10.986 adultos com idades entre 20 e 59 anos, foram divididos em dois grupos, usuários e não usuários de cannabis, sendo que o grupo que apresentou maior resistência contra a doença era justamente aquele que usava da substância com mais frequência. 

Diabéticos tipo 2 têm um maior risco de desenvolver depressão. Há abundância de evidências anedóticas de que a cannabis melhora o humor e reduz o estresse.

Em 2021, os resultados de um estudo preliminar revelaram que o CBD pode ser benéfico na redução da absorção de glicose dos alimentos, o que reduz efetivamente os níveis de glicose no sangue. Antes deste estudo, o impacto do CBD na alfa-glicosidase não era muito bem compreendido. A alfa-glicosidase é uma enzima que ajuda o corpo humano a digerir os carboidratos da dieta, bem como os amidos, para produzir glicose que os intestinos absorvem, mas esse processo causa um aumento nos níveis de açúcar no sangue.

Publicado por Edson Jesus

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